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PROJETO
MATA ATLÂNTICA
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(Sylvia
Amélia de Hungria Machado e Orquidário Quinta
do Lago -RJ)
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A
Mata Atlântica extendia-se desde o Rio Grande do Sul, bem abaixo
do Trópico de Capricórnio, compreendendo cerca de um
milhão de quilômetros quadrados. Nos 500 anos de ocupação
do homem branco, cerca de 95% da floresta foi destruida. A urgência
em conservar o que resta, combinada com a diversidade biológica
e o endemismo da floresta levou agências de conservação
internacionais a proclamarem a Mata Atlântica como um "Biodiversity
Hotspot". A estimativa de número total de espécies
de palntas da Mata Atlântica é de 10 mil. Cerca de 2.300
espécies de orquídeas já foram registradas para
o Brasil das quais 80% são encontradas na Mata Atlântica. |
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Embora
o desmatamento seja a principal ameaça para muitas orquídeas
(e para a conservação em geral) o comércio associado
à extração indiscriminada de orquídeas (e
outros organismos) é bastante procupante. As leis brasileiras,
combinadas com tratados internacionais, são bastante severas no
controle à extração da natureza, mas sua implementação
é difícil, especialmente nas áreas remotas.
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| "Orquídeas
da Mata Atlântica"
é
uma parceria entre o Orquidário Quinta do Lago (RJ) e a artista
plástica Sylvia Amélia de Hungria Machado. Seus principais
objetivos são: aumentar a consciência sobre a riqueza
da flora da Mata Atlântica e contribuir para um projeto de conservação
relacionado a esse ecosistema. Parte da venda de uma série
de oito cartões postais com orquídeas nativas da Mata
Atlântica destina-se ao Projeto "Floresta Atlântica:
Macaé de Cima". Em Macaé de Cima, município
de Nova Friburgo (RJ), encontra-se um rico trecho de Mata Atlântica
de altitude, onde já forma registradas 270 espécies
de orquídeas. |
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