MEDIASTINO
Na
cavidade torácica, as duas regiões pleuropulmonares são divididas pelo
mediastino. O mediastino estende-se do esterno e cartilagens costais à coluna
vertebral (faces anteriores das vértebras torácicas), e da raiz do pescoço ao
diafragma. Abrange todas as vísceras torácicas, exceto pulmões e pleuras que
estão alojadas em uma expansão da fáscia serosa do tórax. No cadáver, o
mediastino, devido ao efeito de endurecimento dos líquidos de preservação é
uma estrutura fixa e inflexível. No indivíduo vivo é muito móvel, os pulmões,
o coração e grandes artérias estão em pulsação rítmica, e o esôfago distende-se
na medida em que o bolo alimentar passa através dele.
Em
vivo, o mediastino varia de comprimento com o nível do diafragma e a tração
do coração ao inclinar-se para um lado e outro, como o leve deslocamento do
choque produzido pela ponta do coração.
É
dividido em superior e inferior por um plano imaginário que passa anteriormente
pelo ângulo esternal e posteriormente pela margem inferior da IV vértebra torácica.
O mediastino superior é delimitado anteriormente pelo manúbrio esternal e
posteriormente pelas 4 primeiras vértebras torácicas, localizando-se acima do
pericárdio. O mediastino inferior é limitado anteriormente pelo corpo do
esterno e posteriormente pelas 8 últimas vértebras torácicas, podendo ser
dividido em anterior (entre o pericárdio e o esterno), médio e posterior
(entre o pericárdio e a coluna vertebral). Certas estruturas atravessam o
mediastino e por isso aparecem
em mais de um compartimento.
Um
tecido conjuntivo frouxo, geralmente infiltrado de gordura, invade o mediastino
envolvendo e sustentando os órgãos mediastinais. Este
tecido torna-se mais fibroso e rígido com a idade diminuindo a
mobilidade das estruturas por ele envolvidas. Este tecido é contínuo com o da
raiz do pescoço, assim é possível que uma infecção
profunda do pescoço possa espalhar-se rapidamente
dentro do tórax produzindo uma mediastinite.
Se
ocorrer entrada de ar na cavidade pleural (pneumotórax), o pulmão daquele lado se colapsaria imediatamente e o mediastino seria deslocado
para o lado oposto. Esta condição
se reverteria, por si própria, pela dispnéia do paciente e pelo estado
de choque, e durante o exame a traquéia e o coração estarão deslocados para
o lado oposto.
Devido
ao fato de muitas estruturas vitais estarem comprimidas em conjunto no
mediastino, suas funções podem sofrer interferência de um órgão ou tumor
que aumente de tamanho. Um tumor no pulmão esquerdo pode espalhar-se
rapidamente e envolver os linfonodos mediastinais que, por alargamento podem
comprimir o nervo laríngeo recorrente esquerdo, produzindo paralisia da corda
vocal esquerda. Um tumor de cisto em extensão pode ocluir parcialmente
a veia cava superior causando severa congestão
das veias da parte superior do corpo. Outros efeitos da pressão
podem ser observados sobre os troncos simpáticos, nervos frênicos e
algumas vezes, sobre a traquéia, brônquios fontes e esôfago.
MEDIASTINO SUPERIOR
O
mediastino superior é dividido do mediastino inferior por um plano imaginário
que passa anteriormente pelo ângulo esternal, que esta localizado entre o manúbrio
e o corpo esternal e posteriormente encontra-se limitado
pela margem do corpo da vértebra torácica 4, tendo portanto como
limites:
-
inferior - plano imaginário
-
superior - abertura superior do tórax
-
laterais - pleuras parietais dos pulmões esquerdo e direito
-
posterior - as vértebras de T1 a T4
-
anterior - manúbrio do esterno
ESTRUTURAS
LOCALIZADAS NESTA REGIÃO
TIMO -
É uma massa de tecido linfóide que apresenta-se proeminente no mediastino
superior no início da infância, possui estrutura lobulada (2 lobos) e achatada
com aspecto róseo nos primeiros anos de vida, podendo em recém-nascidos
estender-se superiormente através da abertura torácica superior até a raiz do
pescoço, na frente dos grandes vasos.
Durante
a segunda infância, sobretudo na
puberdade, o timo começa a diminuir de tamanho, ou seja, sofre involução. Na
idade adulta, em geral, o que se encontra são poucos nódulos tímicos no
tecido conectivo frouxo, dispostos irregularmente na porção anterior do
mediastino superior.
VEIAS BRAQUIOCEFÁLICAS
- Localizam-se no mediastino superior e são
formadas pela união da veia jugular interna e subclávia. A nível da margem
inferior da primeira cartilagem costal direita as veias braquiocefálicas
unem-se para formar a veia cava superior. Cada veia braquiocefálica ainda
recebe as veias vertebral, torácica interna, tireoidea inferior e eventualmente
pode receber as primeiras intercostais supremas. A veia braquiocefálica
esquerda é mais longa e mais oblíqua que a direita.
Na
união da veia jugular interna direita com a veia subclávia direita desemboca o
ducto linfático direito.Já na união da veia jugular interna esquerda com a
veia subclávia esquerda desemboca o ducto torácico.
VEIA CAVA SUPERIOR
-É formada pela união da veia braquiocefálica
direita e esquerda atrás da primeira cartilagem costal e segue para baixo até
o nível da cartilagem costa 3 onde entra no átrio direito. Esta veia recebe o
sangre da maioria das estruturas acima do diafragma ( como cabeça, pescoço e
membros superiores). Esta localizada no lado direito do mediastino superior, ântero-lateral
à traquéia e póstero lateral à aorta ascendente. O nervo frênico
direito está entre a veia cava superior e a pleura parietal mediastinal.
ARCO DA AORTA
- É a continuação curvada da parte ascendente da
aorta. Começa na metade direita do ângulo esternal, curva-se para cima e para
trás com inclinação e
convexidade para a esquerda. O arco
da aorta passa pela esquerda da traquéia e do esôfago, deslocando a traquéia
para a direita, o que deixa o brônquio principal direito quase alinhado com a
traquéia. A aorta continua-se pelo
mediastino posterior após o 4 disco intervertebral no lado esquerdo.
Anteriormente
a aorta relaciona-se com o timo ou seus remanescentes.
A face côncava inferior do arco da aorta curva-se sobre as estruturas que seguem para a raiz do pulmão esquerdo, a bifurcação do tronco pulmonar, a artéria pulmonar esquerda e o brônquio esquerdo. O ligamento arterioso segue da raiz da artéria pulmonar esquerda para a face côncava inferior do arco de aorta. Este ligamento é remanescente do ducto arterioso, um vaso embrionário que desviava o sangue da artéria pulmonar esquerda para a aorta a fim de evitar os pulmões que na vida intra uterina ainda não são funcionais.
RAMOS DA AORTA(ARCO):
Tronco
braquiocefálico
- É o primeiro ramo, origina-se do aorta na altura do
centro do manúbrio, o tronco braquiocefálico segue supero-lateralmente e ao
atingir o lado direito da traquéia, na altura da articulação esterno
clavicular direita divide-se em artérias carótica comum direita e subclávia
direita.
Carótida
comum esquerda
- Nasce do arco da aorta, atrás e à esquerda do tronco
braquiocefálico, segue da frente para a esquerda da traquéia e passa atrás da
articulação esternoclavicular esquerda quando atinge o pescoço.
Subclávia
esquerda
- Ascende pelo mediastino superior repousando sobre a pleura
parietal esquerda, formando num cadáver um sulco nítido, passa pela articulação
estenoclavicular esquerda quando deixa o tórax e entra na raiz do pescoço
Traquéia
A traquéia é um tubo que
começa no pescoço como continuação da extremidade inferior da laringe e no
mediastino superior está situada à frente do esôfago, um pouco à direita da
linha média, A face posterior da traquéia
que se justapõe ao esôfago e pleura. A traquéia se mantém rígida graças
as cartilagens em forma de “C”. A traquéia , a nível de ângulo esternal,
se bifurca em brônquios principais direito e esquerdo.
Relaciona-se
com o arco da aorta e ainda dom o tronco braquiocefálico
arterial, carótida comum esquerda estes 2
últimos vasos separam no do
veia braquiocefálica esquerda. Relaciona-se também com nervos recorrentes laríngeos
que enviam ramos para a traquéia e esôfago.
Esôfago
- O esôfago se estende da extremidade inferior da cartilagem cricóide (7 vértebra
cervical) até o óstio cárdico do estômago ( 11 vértebra torácica). O esôfago
ganha o mediastino superior entre a traquéia e a coluna vertebral, passando atrás
do brônquio principal esquerdo. No mediastino superior relaciona-se
anteriormente com a traquéia e nervo recorrente laríngeo esquerdo,
posteriormente com os corpos vertebrais de T1 a T4, o ducto torácico, a veia ázigos
em pequena porção e algumas intercostais direitas. O lado direito do esôfago
está próximo à pleura mediastinal exceto onde é cruzado pela veia ázigos. O
lado esquerdo do esôfago está próxima à pleura mediastinal esquerdo acima do
arco da aorta ( mediastino superior) exceto quando interposto pelo ducto torácico.
Ducto
torácico - Atravessa o mediastino superior atrás do esôfago deslocado
para a esquerda e segue em direção à junção da veia jugular interna
esquerda e subclávia esquerda onde desemboca.
Ainda
atravessam esta região os nervos vago, laríngeo recorrente e frênico.
MEDIASTINO ANTERIOR
É
a menor das divisões do mediastino. Ele contém poucas estruturas. é, sua
maior parte é constituído de tecido areolar frouxo, aliás é a parte do
mediastino mais rica nesse tipo de tecido. Ele também contém: gordura pré-pericárdia,
vasos linfáticos, 2 ou 3 linfonodos, ligamentos esterno-pericárdicos, as artérias
e veias torácicas internas juntamente com seus ramos e a lingula do pulmão
esquerdo. Em casos de lactentes e crianças, pode ter a parte inferior do timo,
que em casos incomuns pode ir até a altura das quartas cartilagens costais.
Nesse período, a imagem radiográfica do timo tem uma largura igual ou maior
que a do coração.
As
patologia do mediastino anterior são muitas, porém as mais importantes são as chamadas de 4 Ts. Elas estão diretamente ligadas ao
mediastino anterior (pois os órgãos afetados não se encontram nesta divisão
do mediastino) mas refletem alargamento tanto do mediastino superior como o
anterior. OS 4 Ts são:
Timoma
- já explicado quando se tratou de mediastino superior.
Bócio
da Tireóide
- causado pelo aumento do tecido tireoidiano. Não é de origem
inflamatória nem neoplásica. O bócio pode causar sintomas de compressão dos
órgãos do mediastino superior tais como dispnéia, disfagia ou rouquidão.
Teratoma
- é uma neoplasia composta de múltiplos tecidos estranhos à região na qual
ele se encontra. Os predominantemente sólidos possuem uma estrutura complexa e
podem conter elementos de dentes, ossos, cartilagem, músculo, timo etc...
Terrível
Linfoma
- é um tumor dos linfonodos. Apenas 5% dos tumores dos pacientes
que tem linfoma estão no mediastino. Nesses casos, geralmente o linfoma está
no mediastino anterior mas pode estar no médio ou no posterior.
MEDIASTINO MÉDIO
O
mediastino médio é caracterizado pelo saco fibroso do pericárdio e o coração,
com os nervos frênicos e seus vasos associados (este nervo com origem no ;plexo
cervical C3 - C4 -C5 desce em direção ao diafragma). Além do coração e
pericárdio no mediastino médio
encontramos a parte ascendente da aorta e o tronco pulmonar.
Tronco
Pulmonar
- estende-se do cone arterial do ventrículo direito cavidade do
arco da aorta ascendente. Após um trajeto de 5 cm ele se divide em artérias
pulmonares direita e esquerda
O
trajeto do tronco pulmonar pode ser indicado por uma linha traçada a partir do
centro do porção cranial da silhueta cardíaca até o extremo do ângulo
esternal logo atrás da 2 cartilagem costal esquerda. O tronco forma a margem
esquerda da imagem vascular visualizada nas radiografias anteriores
abaixo do botão aórtico.
Aorta
Ascendente
- estende-se da raiz da aorta para cima e ligeiramente para
direita até a altura do ângulo esternal. É revestida pelo pericárdio fibroso
e compartilha de uma reflexão serosa com o tronco pulmonar. Tem cerca de 3 cm
de diâmetro e 5 cm de comprimento.
Em
sua origem a aorta ascendente está relacionada ventralmente com o tronco
pulmonar e o cone arterial, enquanto que o átrio esquerdo e o seio transverso
do pericárdio situam-se dorsalmentre. Seu
segmento mais cranial é recoberto pelo pulmão direito e pela pleura
direita, situando-se na frente da artéria pulmonar direita e do brônquio
principal direito. Os ramos da aorta ascendente são as artérias coronárias
direita e esquerda. São as únicas artérias do corpo humano que recebem sangue
na fase de relaxamento do coração ( diástole ).
MEDIASTINO POSTERIOR
LIMITES:
ANTERIOR
- pericárdio fibroso, com o coração e os vasos da base, Estes constituem a
parede anterior da cavidade mediastinica posterior.
POSTERIOR
- parte da coluna vertebral ( de T4 a T 12) que constitui a parede posterior da
cavidade mediastínica posterior.
LATERAIS
- as duas pleuras mediastínicas ( direita e esquerda). Mais precisamente a porção
das pleuras situada atrás do hilo do pulmão . está constituem as paredes
laterais da cavidade mediastínica posterior.
SUPERIOR
- linha imaginária que passa ao nível da margem inferior da vértebra torácica
4.
INFERIOR
- parte posterior às inferior do diafragma, que constitui a parede inferior da
cavidade mediastínica posterior.
CONTEÚDO:
Diversas
estruturas tubulares longitudinais como a parte torácica da aorta, o ducto torácico,
a veia ázigos e hemiázigos, esôfago e plexo esofágico.
Diversas
estruturas tubulares transversas como as artérias intercostais posteriores, o
ducto torácico quando passa da direita à esquerda, certas veias intercostais e
partes terminais da veia hemiázigos. Há também linfonodos espalhados pelo
mediastino.
A
cavidade mediastínica posterior tem a forma de um quadrilátero alargado. Seu
eixo maior se estende desde o coração aos corpos vertebrais e o seu eixo menor
de um pulmão ao outro.
ESÔFAGO
- o esôfago é um órgão tubular que mede 25 cm de comprimento. Ele ocupa
parte da região cervical, ocupa a
região de mediastino superior e de mediastino posterior.
O
esôfago tem 4 constricções ou estreitamentos, e nestes locais o seu calibre
pode ser reduzido sensivelmente (calibre normal é de 22 mm). Estas constricções
são observadas como estreitamentos do lúmen em radiografias oblíquas do tórax,
enquanto se deglute Bário.
As
quatro constricções do esôfago são:
-A
segunda constricção é produzida pela aorta ( no arco da aorta);
-Na
terceira constricção é a traquéia que cruza o esôfago anteriormente;
-
A última é formada quando o esôfago atravessa o diafragma pelo hiato
esofagiano.
Parte
torácica descendente da aorta
- Esta grande artéria é uma continuação
do arco da aorta. Ela começa do lado esquerdo da margem inferior do corpo da
quarta vértebra torácica ( lado esquerdo do quarto disco intervertebral torácico
), isto é, oposta ao ângulo esternal e segue nos lados esquerdos dos corpos
vertebrais, comumente marcando-os com sulcos. Mais inferiormente a parte
torácica da aorta fica na frente dos corpos vertebrais.A aorta torácica
estende-se para baixo, até o nível da décima segunda vértebra torácica,
passa atrás do ligamento arqueado mediano do diafragma e entra no abdome através
do abertura mais posterior no diafragma, o hiato aórtico (na linha média,
distante 5 cm do orifício esofágico). Ela possui um calibre de 23 a 24 mm de
diâmetro.
Possui
como ramos as artérias intercostais posteriores ( exceto os primeiros dois
pares ) que são emitidas para os nove espaços intercostais inferiores de cada
lado. Também tem como ramos as artérias subcostais de cada lado, que correm ao
longo da borda inferior da décima segunda costela, e as artérias pericárdicas,
esofagiana, e brônquica que vão para os seus respectivos órgãos.
Ducto
torácico
- É o maior ducto
linfático, que conduz a maior parte da linfa do corpo para o sistema venoso. A
este ducto, afluem de uma parte, todos os vasos linfáticos da porção
subdiafragmática do corpo, de outra parte, os vasos linfáticos da metade
esquerda de sua porção supradiafragmática. Assim, este ducto transporta para
o sangue toda a linfa dos membros inferiores, cavidade pélvica, cavidade
abdominal, lado esquerdo do tórax, lado esquerdo da cabeça, pescoço e braço
esquerdo.
Começa
no abdome, como um saco dilatado, a cisterna do quilo, que está na frente da décima
segunda vértebra torácica, atrás e a direita da aorta. O ducto torácico
segue para cima a partir da cisterna do quilo, através do hiato aórtico no
diafragma e ao lado direito da aorta.
O ducto torácico se esvazia no sistema venoso no ângulo de união das veias jugular interna e subclávia esquerda. Na raiz do pescoço, ele recebe os troncos linfáticos jugular esquerdo, subclávio e bronquiomediastinal.
O
sistema ázigos de veias
- O sistema ázigo de veias consiste em veias de
cada lado da coluna vertebral que drenam o dorso e as paredes do tórax e
abdome. As veias ázigo e hemiázigo nascem na cavidade abdominal, de onde
continuam as veias lombares ascendentes direita e esquerda.
Veia
ázigos
- Esta veia ascende no lado direito dos corpos das oito vértebras
torácicas inferiores. Ela sobe ao longo da face posterior do esôfago , entre
este e a parede lateral direita da coluna vertebral. termina-se desembocando na
veia cava superior
Veia
hemiázigos
- Ela origina-se no lado esquerdo na junção das veias
subcostal e lombar ascendente. A veia hemiázigo sobe no lado esquerdo da coluna
vertebral, atrás da parte torácica da aorta, até a nona vértebra torácica.
Aqui, cruza para a direita, atrás da aorta, ducto torácico e esôfago para
unir-se à veia ázigo. Ela recebe as três veias intercostais posteriores
inferiores, veias esofágicas inferiores e várias veias mediastinais pequenas.
Veia
hemiázigo acessória - Esta veia desce no lado esquerdo da coluna
vertebral. Recebe tributárias de veias do quarto ao oitavo
espaços intercostais e às vezes das veias bronquiais esquerdas. Cruza
sobre a sétima vértebra torácica para unir-se à veia ázigo. Às vezes, a
veia hemiázigo acessória junta-se à hemiázigo e deságua com ela na veia ázigo.
A hemiázigo acessória está freqüentemente ligada à veia intercostal
superior esquerda.